O FASCÍNIO DO APRENDER

A importância de se colocar na posição do aprendiz, de manter os ouvidos abertos e olhos atentos para “saborear” o que podemos aprender de novo, a todo o momento, seja com as vivências seja com as pessoas.

Dada a grandeza do que nos cerca e a infinidade de temas que nos rodeiam; e por outro lado as pequenas parcelas de conhecimento que acessamos seja pela vida seja pela carreira, importante estarmos conscientes da necessidade de sempre nos mantermos abertos e cientes das próprias limitações para aprendermos cada vez mais.

A supervalorização que se atribui às próprias qualidades intelectuais e/ou físicas, fundamentada no desejo de que tais qualidades sejam reconhecidas ou admiradas pelos outros está presente em todas as idades, sendo um dos grandes obstáculos ao aprendizado constante e para o compartilhamento do mesmo, que faz com que o todo, a sociedade, não se desenvolva e melhore.

Lembremos que estamos todos conectados, em verdade um afeta ao outro e vice-versa. Somos um!

Lembremos também que somos iguais e são as variações culturais que levam as diferenças, que devem ser vistas como uma enorme riqueza para a humanidade.

Se compartilharmos os aprendizados pensando num todo melhor, é algo que pode se dizer magnífico. Já pensaram em termos uma sociedade em que todos devem pensar em todos?

Trago aqui algumas frases espetaculares, aprendidas, por meio de uma aula proferida por Martin Kalungu-Banda, consultor especial do Presidente da República da Zâmbia, autor, conduz programas relacionados à liderança e é formado em Relações Internacionais, Filosofia e Antropologia.

“Eu sou porque você é”.

“O meu bem estar é inseparável do seu bem estar!”

“Tolo é pensar na minha felicidade sem pensar na sua felicidade!”

“Porque você é humano a minha humanidade é”.

Depois do período escolar, em que a educação básica é obrigatória na maioria dos países e que os pais têm o dever de matricular seus filhos nas escolas, a autoeducação, aquela educação adquirida espontaneamente, sem a influência de escola deve estar na mira de todos nós, pois nos fará expandir, nos tornarmos mais conscientes, nos melhorar como indivíduos e quem sabe melhorar tudo o que nos rodeia por meio do compartilhamento de boas ideias e ações.

O importante é iniciarmos esse caminho do constante aprender, por nós mesmos, já que não temos qualquer controle sobre os outros e sobre a vida.

Jung, que foi um psiquiatra e psicoterapeuta suíço nos ensina sobre o arquétipo do herói. Para os que não estão acostumados com esses ensinamentos, Jung, explica que o arquétipo é como se fosse a bateria que concentra a energia psíquica que todos nós temos.

O arquétipo também está relacionado com as possibilidades/pensamentos/ideias que herdamos das gerações anteriores, do que Jung denomina inconsciente coletivo, ou seja, ideias e pensamentos que todos os seres humanos têm e não podem evitá-lo.

Voltando ao arquétipo do herói, é em essência, a história de todos nós. O caminho do herói simboliza a jornada que todo o ser humano precisa empreender em direção ao que Jung chamou de individuação, que é a busca para desenvolver e explorar nossos potenciais para sermos quem de fato devemos ser, sem as tais máscara sociais que muitas vezes usamos para viver e sobreviver.

Que consigamos seguir nesse caminho de individuação e da autoeducação, com impactos positivos para nós e para os outros! Que sigamos na caminhada da vida, vivendo mais um ano que estar por vir (2022) com metas positivas que agreguem coisas igualmente positivas no nosso corpo/saúde, mente, emoção e espírito. Que nossas ações sejam mais coletivas para o benefício de todos!

Nos vemos com muita saúde e alegrias no próximo ano! Que venham muitos aprendizados em nossas vidas!

 

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